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CINEMANÍACO

Coluna fala sobre a nova animação da Disney, Lightyear

Jornalista Rafael Rossi de 42 anos, amante de cinema, séries, desenhos, animações, comanda o 'Cinemaníaco' toda sexta-feira

Publicado em 19/08/2022 às 20:40
Atualizado em

Cinemaníaco é a nova coluna de cultura do Portal da Cidade de Mirassol (Foto: Portal da Cidade de Mirassol)

Cena de 'Lightyear', nova animação da Disney, disponível para os assinantes do Dinsy+ (Foto: Divulgação)


A turma do Buzz Lightyear em ação: os patrulheiros espaciais

Olá amigo (a) do Portal da Cidade de Mirassol. Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada (?) ! Essa semana trago pela primeira vez uma dica de uma animação que está em uma plataforma de streaming na coluna ‘Cinemaníaco’.

Aliás, um longa metragem que deixou os cinemas e estreou no Disney+ do Brasil no dia 3 de agosto de 2022. Estou falando de ‘Lightyear’, prequel da quadrilogia de Toy Story, que conta a vida do patrulheiro espacial, o ser humano ‘Buzz Lightyear’, não o brinquedo das quatro animações famosas da franquia.

A história te mostra o filme, que, teoricamente, Andy, o menino de ToY Story, assistiu na TV e fez com que se apaixonasse pelo ‘Buzz’ e pedisse um de presente para os pais no aniversário. Por que teoricamente? Porque a história é muito ‘moderna’ para, vamos dizer assim, passar em 1995 (ano do primeiro Toy Story) na TV do menino. Mas é apenas uma opinião. Não há como provar essa teoria.

A obra da Disney é recheada de polêmicas e não foi muito bem nas bilheterias. Foi, inclusive, proibido em alguns países como Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita por causa apenas de um singelo beijinho de duas personagens lésbicas. Mas acredite: nada forçado. Foi algo bem sutil e discreto. Se você é da turma que vê lacração em tudo não assista. E nem continue a leitura. Numa boa, se algo inocente assim te ofende, aí o problema não está no filme.

Houve polêmica também (tanto lá quanto cá) porque os dubladores do personagem principal foram trocados por famosos. Houve quem assistiu em português e não conseguiu esquecer que era o Marcos Mion falando o tempo todo. Já este que vos escreve preferiu não arriscar e viu tudo em inglês com a voz do Chris Evans (o Capitão América da Marvel).


Mas é bom?

Não é nem de longe apaixonante como todos os quatro anteriores. Mas o longa traz algumas lições importantes, especialmente para crianças e pré-adolescentes como nunca desistir, acreditar em si mesmo, amizade, entre outras. A animação é muito bem feita e tem roteiro simples, o que neste caso é uma ótima, porque ninguém que vai assistir uma animação quer ficar pensando muito, certo?

A fotografia é muito bacana e abusa (no bom sentido) do que a tecnologia tem de melhor, pois em alguns momentos os personagens realmente parecem vivos! Destaque disparada para o gatinho ‘Sox’, que rouba a cena toda vez que aparece (e ainda bem, aparece muito!). Você vai dar boas risadas com ele. Dito isso tudo e evitando os temíveis spoilers, afirmo tranquilamente que é um nível ‘Sessão da Tarde’ muito bom! Recomendo sim!


Informação

‘Lightyear’ não foi muito bem das pernas nas bilheterias mundiais. Com um orçamento grande, de US$ 200 milhões, rendeu pelo mundo US$ 219,8 milhões. Outra: a Disney nunca bateu o martelo oficialmente se Toy Story 4 era o último da franquia ou não. Se você é fã, cruze os dedos! Ah, já sei, você queria saber todos os detalhes da mudança de dubladores? Ok, eu conto: no original Tim Allen foi trocado por Chris Evans e no Brasil Guilherme Briggs deu lugar a Marcos Mion.

Espero que você que leu até aqui tenha curtido a dica, lhe desejo uma ótima animação, um fim de semana maravilhoso e um grande abraço!



Rafael Rossi
Jornalista do Portal da Cidade Mirassol

Leia aqui a coluna da semana passada: https://portaldacidade.co/dc3c5e7f66

Fonte: Portal da Cidade Mirassol

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