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CINEMANÍACO

Coluna fala do novo spin-off 'The Walking Dead: Daryl Dixon'

Jornalista Rafael Rossi, de 43 anos, amante de cinema, séries, desenhos, animações, comanda o 'Cinemaníaco' todas as sextas-feiras

Publicado em 20/10/2023 às 18:29
Atualizado em

Cinemaníaco é a coluna de Cultura do Portal da Cidade de Mirassol (Foto: Portal da Cidade de Mirassol)

Norman Reedus ('Daryl', esq.) e o menino Louis Puech Scigliuzzi ('Laurent'), que pode ser a salvação da humanidade, em cena de 'The Walking Dead: Daryl Dixon' (Foto: Emmanuel Guimier/AMC/Divulgação)


Novos zumbis, inclusive com características corrosivas como ácido, se tornam ameaças perigosas em 'The Walking Dead: Daryl Dixon'. (Foto: Divulgação/AMC)


E aí, amigo (a) do Portal da Cidade de Mirassol, tudo bem ? Tomara que sim ! Bora pra mais uma dica de série ??? Antes de mais nada, bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada (?) ! Muito drama, suspense, ação e mistério em mais um – muito – esperado spin-off (derivado) de um dos maiores sucessos da história da TV mundial nesta sexta-feira (20) na coluna ‘Cinemaníaco’. E claro, nada de spoilers !!!

Assisti ‘The Walking Dead: Daryl Dixon’, lançada em 2023, e disponível apenas na plataforma de streaming norte-americana, ‘AMC+’. No dia 8 de setembro de 2023 eu escrevi aqui na coluna sobre ‘Deady City’, a série de Maggie e Negan (veja o review clicando neste link) e a situação em termos de exibição segue a mesma. Como não existe o straming ‘AMC+’ em terras brasileiras, o canal de TV de mesmo nome segue tentando vender a obra para alguma plataforma diferente, não apenas no Brasil, mas também em outros países. Até dublada, segundo informações, a obra já foi, mas não tem previsão de lançamento oficial por aqui. Com isso, de forma oficial, apenas os estadunidenses estão acompanhando os episódios na mesma hora em que eles são disponibilizados. Mas calma, assim como o outro derivado de The Walking Dead, este também tem como ser visto no Brasil (confira mais abaixo).

O personagem mais adorado pelos fãs da obra original (interpretado por Norman Reedus) e que dá nome ao seriado, ‘Daril Dixon’, segue misterioso, corajoso e com um coração enorme. Tanto que ele termina a série principal, a última temporada de TWD, saindo da comunidade de Commonwealth se despedindo de todos e afirmando que iria procurar pelos amigos desaparecidos, Rick e Michonne. Também por causa do bom coração, acaba enganado e mandado por um grupo de estranhos de navio para a França. Ah, um detalhe importante: enquanto a trama de Maggie e Negan acontece dois anos depois do final da série principal, ‘Daryl Dixon’ é continuação direta, apenas alguns meses depois.

Novamente, se você não viu The Walking Dead vai ficar meio perdido (a) e talvez não consiga entender esta sequência. Impossível não comparar com Dead City, onde o foco é muito mais no terror, já que a ilha de Manhattan está isolada do mundo (pontes foram destruídas e túneis explodidos pelo exército no início do apocalipse zumbi na tentativa de conter a contaminação) e povoada por milhões de mortos-vivos. Nesta aqui, trata-se pela primeira vez em toda a franquia de uma esperança de cura e você descobre que o apocalipse zumbi começou mesmo em terras francesas.

Em meio à tensão, acompanhamos uma jornada de personagens que evoluem conforme os seis episódios vão passando em um cenário europeu maravilhoso, mesmo em época de caos e fim do mundo. Após ‘cair de paraquedas’ em Paris, Daryl se vê obrigado a ajudar um grupo que precisa levar um garoto, que pode ser a resposta da salvação da humanidade, a um local seguro. Aqui, um exército, uma espécie de organização militar, comandada por uma francesa com ‘ares’ e atitudes nazistas, como Hitler, se torna a grande ameaça. A intenção do grupo ‘Poder dos Vivos’, chefiado por ‘Marion Genet’ (Anne Charrier) é ousada: dominar o mundo e não apenas uma cidadezinha ou território qualquer.


Mas é boa?

O visual desta série também é espetacular. Apesar de uma metade de temporada meio lenta (mas necessária para apresentar bem a premissa e os personagens), com alguns episódios arrastados, ‘TWD: Daryl Dixon’ mostra um capricho muito grande, desde a abertura passando por cada cena. Aqui também temos novos e ainda mais perigosos zumbis, como os que queimam com uma espécie de ácido. Os efeitos especiais passam bem, com uma ou outra exceçãozinha. O fã de The Walking Dead tem que assistir. Vale muito à pena. Então sim: é muito boa!


Como assistir?

Aqui repito a mesma dica que dei sobre a maneira de ver ‘Dead City’. De forma oficial só uma possibilidade: você precisa ter um serviço de VPN (Rede Privada Virtual), na qual os seus dados de internet ficam indetectáveis. Com isso, acessa conteúdo da internet do mundo todo. A partir daí, é necessário assinar o streaming ‘AMC+’ dos Estados Unidos, que custa cerca de R$ 40 por mês (numa conversão do dólar arredondada).

Como é complicada a alternativa acima, ainda é fácil acompanhar os episódios (com ou sem legendas) no Youtube ou (o que eu mais recomendo) buscar páginas de fãs no Facebook. Depois disso, resta apenas os chamados ‘sites alternativos’.


Notas

‘The Walking Dead: Daryl Dixon no ‘Rotten Tomatoes’ tem muito bons 71% de aprovação dos críticos e outros ótimos 78% do público. No ‘Metacritic’, o Metascore dos especialistas é bom, com 70 de 100, e bem parecido com o da galera, 6.4 de 10. Já no ‘IMDb’ a audiência avaliou de forma positiva também, com 7,9 de 10 e constam apenas sete avaliações da crítica, sem Metascore. Minha nota para a série é 8,0 de 10 !

Partiu então ! Pegue a pipoca, o refri, aquele docinho, aperte o play e divirta-se !!! Ótima maratona !!! Espero que você que leu até aqui tenha curtido a dica. Lhe desejo uma ótima série e um fim de semana maravilhoso. Abração!



Rafael Rossi
Jornalista do Portal da Cidade Mirassol

Leia aqui a coluna da semana passada: https://portaldacidade.co/14bdfed10c


Fonte: Portal da Cidade Mirassol

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